Histórico

Em construção

Atualizado em: 17/05/21

O curso de Engenharia Elétrica foi criado pela Resolução CONSUNI nº 22/71 pelo então Conselho Universitário. A motivação para a sua criação foi o começo da implantação dos chamados grandes projetos, como as construções da usina hidrelétrica de Mascarenhas, do porto de Tubarão, das usinas de pelotização e das implantações da Companhia Siderúrgica de Tubarão, a atual ArcelorMittal Tubarão, e da Aracruz Celulose, a atual Suzano Papel e Celulose.

O Curso teve início em 1972, sendo que até 1976 o processo seletivo era para o curso de Engenharia com posterior escolha da habilitação no decorrer do segundo ano. O primeiro processo seletivo específico para o curso de Engenharia Elétrica foi em 1976. O curso foi reconhecido pelo Decreto nº 79.675/77 baseado no parecer CFE nº 514/77.

A primeira estrutura curricular do curso era a clássica, dividida em um ciclo básico de dois anos, comum a todas as Engenharias, e um ciclo profissional de três anos. Esta estrutura já previa um Projeto de Graduação e a realização de Estágio Supervisionado e nela não havia disciplinas optativas. Em 1976 houve pequenas alterações para adequação à então recém editada Resolução CFE nº 48/76.

Em 1981, entrou em vigor uma nova estrutura curricular, que criava especializações em Telecomunicações, Eletrotécnica e Eletrônica. As disciplinas eram divididas em blocos e continuava a haver uma distinção clara entre ciclo básico e profissional. Não havia mais a obrigatoriedade de se fazer um Projeto de Graduação.

Em 1990 foi criada uma nova estrutura curricular, muito semelhante à original (de 1976), reinserindo o Projeto de Graduação e praticamente não permitindo flexibilidade no currículo, pois não havia disciplinas optativas.

Em 1996 foi criada uma nova estrutura curricular. Nesta foram introduzidas ênfases, que possibilitam o aprofundamento de estudos e/ou conhecimentos em certos campos sem detrimento da formação generalista. O uso de ênfases e de disciplinas optativas permitiu que um aluno, já com uma formação generalista, pudesse aprofundar os seus conhecimentos dentro de áreas específicas como: Eletrônica, Sistemas de Energia, Telecomunicações e Computação. Também procurou-se diminuir a separação entre ciclo básico e profissional.

Em 2009 foi elaborado um novo Projeto Político e Pedagógico (PPC). Entre as principais alterações presentes no PPC versão 2009 estão: a inclusão da ênfase em Controle e Automação, maior flexibilidade na escolha das disciplinas optativas e na oferta de disciplinas, regulamentação das Atividades Complementares e uniformização parcial das disciplinas comuns aos diversos cursos de Engenharia do Centro Tecnológico.

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